18 de dezembro de 2014

Porque música é poesia (38)



Hurts - All I Want for Christmas Is New Year's Day

Everybody waits for Christmas
For me it's New Year's day
That's gonna come and take my blues away
I'm wishing on the stars for Christmas
And hoping for a better day
When it doesn't hurt to feel this way

And everywhere there's joy around this festive time of year
And happiness has never felt so far away

All of the bells ringing out for christmas
I'm singing goodbye to the year before
I know that the next one will be different and so much more
All of the bells ringing out for Christmas
And I'm not supposed to feel this way
All that I want this year for Christmas is New Year's day

It's only seven days till Christmas
Six more till New Year's day
It's not a good time to feel this way
Everywhere there's snow surround you
And melt your troubles away
I can only hope to feel the same

I know there'll be tidings of joy this time next year
But happiness has never felt so far away

All of the bells ringing out for Christmas
I'm singing goodbye to the year before
I know that the next one will be different and so much more
All of the bells ringing out for Christmas
And I'm not supposed to feel this way
All that I want this year for Christmas is New Year's day

I remember how I used to feel at Christmas

All of the bells ringing out for Christmas
I'm singing goodbye to the year before
I know that the next one will be different and so much more
All of the bells ringing out for Christmas
And I'm not supposed to feel this way
All that I want this year for Christmas is New Year's day

12 de dezembro de 2014

Longbourn: amor e coragem

Autor: Jo Baker
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Editorial Presença | Ano: 2014 (originalmente publicado em 2013) | Formato: livro | Nº de páginas: 392 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: foi oferecido este ano. Quer dizer, na verdade foi oferecido outro que já tinha mas troquei por este. :D

Quando e porque peguei nele: 6 a 16 de novembro, porque tinha curiosidade e estou a tentar não deixar para 2015 livros que comprei ou me chegaram às mãos este ano.


Opinião: Apesar de existirem muitos livros inspirados nas histórias de Jane Austen, sejam continuações, diários ou versões com zombies e outras criaturas sobrenaturais, não posso dizer que tenha lido muitos e dos poucos que li ainda menos são os memoráveis ou que fazem justiça à obra mãe, digamos assim. Este é mais um desses.

Por incrível que pareça, este peca sobretudo por se colar tanto à obra original, já que se fosse uma obra independente, se dedicasse a contar simplesmente a história dos criados de uma qualquer família da época georgiana, teria muito mais liberdade para explorar as personagens upstairs e contrastar com as de downstairs. No entanto, ao partir de personagens e de uma história que já se conhece, esta nova visão acaba por empalidecer personagens que fazem do original uma obra intemporal. E estas personagens tanto são vistas como vápidas e depois tão dignas de consideração pelos criados, que leva uma pessoa a pensar se estas não serão inconstantes.

Infelizmente, o facto de as personagens de Austen serem menos entusiasmantes não leva a que as personagens em que se centra a história, os criados, sejam mais interessantes. Excetuando James Smith, as suas histórias são banais e parece haver uma tentativa de copiar também o drama original, o que não resultou de todo comigo. Sim, tenho a plena noção que realmente a vida destas pessoas deveria ser banal, com longos dias todos eles iguais ao anterior ou à semana que lhe antecedeu, e sinceramente é neste ponto, no retrato do quotidiano, que este livro se destaca, mas as próprias personagens não aprecem ser desenvolvidas de forma conveniente acabando por ser arquétipos que são melhor desenvolvidos em outras obras semelhantes, nem que seja "Downton Abbey" com todos os seus defeitos.

O drama de Sarah parece patético e o de Mrs. Hill parece um daqueles de faca e alguidar. Há também temas que, apesar de não duvidar que existissem naquele tempo, me parecem ter uma abordagem muito moderna. Além de que tudo é previsível, e não me refiro apenas aos dramas do livro original que atravessam, em segundo plano, esta história.

Como disse, o retrato do quotidiano below stairs, a que junto o período que um dos personagens passa na guerra peninsular, foi o que de melhor encontrei neste livro. Apesar de repetitivo, e por isso mesmo, o dia-a-dia pareceu-me credível, fazendo mesmo dar valor às pequenas inovações tecnológicas que temos em casa e que tanto nos facilitam a vida. *abraça a máquina de lavar roupa* Já a sua ligação a Orgulho e Preconceito acaba por ser o menos conseguido, pois acho mesmo que se fosse uma história independente, e não uma outra visão sobre aquele livro de Austen, teria aceite melhor algumas das situações que aqui são retratadas.

Veredito: Se fosse emprestado pouco se perdia com isso.

10 de dezembro de 2014

Interstellar

Realizador: Christopher Nolan
Escritores: Jonathan Nolan, Christopher Nolan
Atores: Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Jessica Chastain

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Não sou adepta deste tipo de coisas, porque acho que não dá para discutir coisas sem recurso a falar no que acontece e quem lê sobre algo que não viu ou leu tem de ter isso em conta. Mas seguem-se spoilers, não digam que não avisei.

Eu devia ter mais confiança no meu instinto. Tanto o teaser como o trailer não me puxaram como a outros (já que quanto mais penso nos filmes do Batman, sobretudo no último, parece que menos gosto) mas eu garanto, eu entendo o fascínio dos filmes do Nolan, a sério! E acho que os temas que aborda são pertinentes, sim. Mas no que toca à suspensão da descrença e finais ele, a meu ver, exagera. Ok, talvez não aconteça sempre mas com este foi a segunda vez, e seguida, que não consegui evitar pensar que queria ir embora da sala de cinema chegando a um determinado momento do filme. :/ Mas vamos por partes...

Gostei do mundo apocalíptico que aqui é apresentado, sobretudo por me parecer bastante credível. E não me refiro só aos problemas com as plantações e tempestades de pó, o retrocesso científico e a colocação em dúvida de avanços, conquistas ou conhecimentos tecnológicos também me pareceu algo que pode vir a acontecer. Muito basicamente, o início e a premissa pareceram-me, durante a primeira parte do filme, bastante interessantes de seguir, no entanto, o modo como descobrem a NASA e a espécie de "destino" que faz com que haja "coincidências" fez germinar em mim a semente da dúvida (eu sei, pareço um poeta :P). Comecei a imaginar que caminhos a história poderia tomar e cheguei-me a virar para o meu irmão e dizer, quando eles finalmente partem, "ele é o fantasma da filha". No entanto, enquanto a semente da dúvida crescia, os meus sentidos, nomeadamente a visão, iam ficando fascinados com imensidão do espaço e o seu silêncio sepulcral, com o wormhole e os novos mundos que dava a conhecer e com o gigantesco buraco negro de aspeto fenomenal.

Realmente em termos visuais este filme esmerou-se e é uma pena que tal não se tenha alastrado às personagens que, tirando Cooper (Matthew McConaughey), Murph (Jessica Chastain) e Dr Mann (Matt Damon e surpresa!!! não estava à espera de o ver aqui), pouco interesse têm. Vai havendo algum conflito, é certo, e a parte com o Mann foi, talvez, a minha preferida pelas questões que aborda (e sim, eu às vezes sou meio aluada e não tinha percebido a cena do nome Mann, só depois de ver este vídeo xD ). A certa altura até achei que os robots tinham mais profundidade que as personagens, mas pronto.

Perante isto tudo, eu até estava a engolir a coisa, apesar da semente da dúvida e de alguns conceitos científicos, como a teoria da relatividade, me fazerem alguma confusão. Fui sendo capaz de suspender a descrença e maravilhar-me com tudo o resto. Até que entram no buraco negro e começo a perceber que o que eu tinha dito ao meu irmão está prestes a desenrolar-se à minha frente mas com um detalhe que eu, apesar de imaginar, não queria. *suspira e revira os olhinhos* Tive exatamente a mesma reação que ao ver o símbolo do Batman em chamas no terceiro filme, mas se ali pensei "com a cidade em perigo e ele perde tempo a desenhar um morcego em gasolina para lhe chegar fogo e mostrar que está de volta? Não há nada de mais útil para fazer como salvar pessoas?!" aqui pensei "o amor é capaz de fazer alguém sobreviver e guiá-lo através de um buraco negro?!" Eu não duvido que o amor é um poder do caraças, sobretudo quando falamos de laços familiares como os que unem pais e filhos (vide Harry Potter), mas eu traço o meu limite na sobrevivência pelo amor em pleno espaço interestelar! Enfim, só queria vir-me embora porque, a partir dali para a frente, perdi qualquer interesse que tinha no filme.

E depois a cena do cubo numa outra dimensão e como teria sido construído por humanos... ok, aqui o problema pode ser só meu, que não consigo imaginar o tempo como algo que não seja uma linha contínua e por isso não vejo como pode alguém no futuro ter construído aquela dimensão para o Cooper comunicar com a filha no passado, se a ação do Cooper é fundamental para que haja um futuro. Só numa linha paralela que se intercepta mas a intercepção não fará com que um futuro deixe de existir? Enfim, não sei se isto fará sentido, mas o desenho para explicar também não sairia melhor. :P

Tudo isto para dizer que sim, visualmente é fenomenal mas tal como o terceiro filme do Batman há demasiada coincidência e o terceiro ato, chamemos-lhe assim, ultrapassa o meu limite da suspension of disbelief. Se calhar já é ser mórbida mas ao menos que o Cooper morresse depois de comunicar com a filha, porque não esqueçamos que... ele atravessa um buraco negro! Isto fez-me pensar que o Nolan só consegue fazer finais felizes (quase tanto como o Baz Luhrman só sabe fazer finais tristes), apesar de dar a ilusão de finais abertos, em que qualquer coisa pode acontecer. Mas agora, para mim, essa abertura soa a falso, o que me leva a questionar o "Inception", que para mim é, até ao momento do que pude ver do Nolan, o seu melhor filme. Tendo em conta uma certa teoria relacionada com o totem do personagem do Leonardo DiCaprio e agora o meu sentimento em relação aos seus finais, temo que o desfecho também seja um "falso aberto". :/

Veredito: Vale o dinheiro gasto mas sobretudo pelos visuais, porque quando o filme entra na sua recta final eu estava era a querer sair da sala e pedir o meu dinheiro de volta. Já agora, aproveito para deixar outra opinião que li aqui.

9 de dezembro de 2014

O Sentido do Fim

Autor: Julian Barnes
Ficção | Género: romance
Editora: Quetzal | Ano: 2011 | Formato: livro | Nº de páginas: 152 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: salvo erro em 2012 e foi prenda de natal do mano.

Quando e porque peguei nele: 3 a 5 de novembro, porque estava constantemente a chamar por mim. Sim, os livros às vezes chamam-me.


Opinião: Este livro chamou-me a atenção não por ter ganho o Man Booker Prize (embora me tenha levado a manter o autor debaixo de olho) mas pela belíssima capa original, já que havia tropeçado num vídeo em que mostrava a evolução do conceito gráfico para o design final. De resto, pouco ou nada sabia mas convenci o meu irmão a oferecer-mo num dos últimos natais e, apesar de saber que a Telma não tinha ficado impressionada, tentei não desanimar com as opiniões menos boas.

Apesar de o protagonista não me ter cativado, acho mesmo que não chegou a aprender nada com tudo aquilo porque passou, achei a escrita belíssima e com ponderações nas quais me revi um pouco. Adorei as reflexões sobre a memória, como apercebemos as nossas ações e a de outros, como tudo acaba por ser percebido de forma diferente, uma vez que não somos imparciais e, claro está, tentamos contar uma história em que somos o bom da fita, em que se há algo a apontar, a culpa é dos outros, que nos magoaram, que não fizeram o que achamos que deveriam ter feito não correspondendo às nossas expetativas.

Também foi interessante perceber como os nossos atos bem pensados ou não, podem ter influência e mudar a vida das outras pessoas, acabando por ter uma mão no destino das mesmas.

Enfim, não direi que merece ou não o prémio que ganhou, até porque não sei com que livros competia (chego sempre tarde à festa, já que não sou muito de ler as novidades nos anos em que são editados), mas é sem dúvida uma história que convida o leitor a ponderar sobre o seu passado e atitudes e penso que só por isso vale a pena. Além de que a escrita é realmente belíssima e se já tinha curiosidade em conhecer a obra do autor depois de ter lido entrevistas suas e perceber sobre o que é que escreve, ainda com mais vontade fiquei de devorar as suas restantes obras.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

8 de dezembro de 2014

Vasto Mar de Sargaços

Autor: Jean Rhys
Ficção | Género: romance
Editora: Biblioteca Sábado | Ano: 2009 (publicado originalmente em 1966) | Formato: livro | Nº de páginas: 179 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: fiz a coleção da Biblioteca Sábado.

Quando e porque peguei nele: 30 de outubro a 3 de novembro. Tinha lido o Jane Eyre à pouco tempo e como tinha ouvido dizer que era uma prequela, achei que era melhor ler este que reler o livro da Charlotte Brontë.


Opinião: Talvez seja estranho, eu pelo menos acho estranho, mas ao ler este livro supostamente inspirado numa história de uma das irmãs Brontë, de que por acaso gostei bastante, lembrei-me foi de uma outra história, de uma outra irmã Brontë e que por acaso não me cativou  por aí além. E tal como esse, este livro pouco ou nada fez por mim.

Apesar de Jane Eyre ser a força do livro com o seu nome, não deixa de haver outras personagens que exercem algum fascínio sobre o leitor, ou pelo menos sobre mim. Posto isto, está claro que Rochester e Bertha são as duas personagens que se destacam por terem um passado misterioso e comum, passado esse que influencia a narrativa de Charlotte. A descoberta desse passado levou-me então a pegar nesta história e de certa maneira não consegui deixar de me sentir enganada.

Para começar, entendo que um autor tenha liberdade criativa mas ao pegar, ainda que sem nunca ser realmente explícito que se tratam das mesmas personagens, na história de uma outra pessoa, eu esperava que alguma coisa das personagens se mantivesse nesta nova visão mas acabei por achá-las completos estranhos. Também sei que a visão que temos pode ser algo enviesada, em Jane Eyre nunca temos a perspectiva de Bertha, mas pareceu-me que estava a ler coisas diferentes e por isso rapidamente perdi qualquer entusiasmo.

Nunca me senti ligada às personagens, sendo que ambas me desesperaram um pouco pelas suas atitudes, a meu ver, bastante inconstantes e por isso algo incompreensivas. E foi neste aspecto que achei o livro mais parecido com o de Emily do que o de Charlotte.

Outra coisa que aproximou este livro a O Monte dos Vendavais foi a descrição do local. O ambiente também me sufocou e oprimiu, conseguia sentir a humidade e o calor doentio, mas não foi o suficiente para em cativar.

Não digo que foi um tiro ao lado, tenho a certeza de que a autora terá tido alguma motivação e terá conseguido atingir o seu fim, mas ao retratar uma realidade que para mim é algo desconhecida, como é o séc. XIX jamaicano e as convulsões sociais que aí parecem ter tido lugar, posso não o ter apreciado dignamente. Também reconheço que o facto de o ter colado no meu imaginário a Jane Eyre, não ajudou a apreciar este livro de forma livre, digamos assim, já que esperava um outro tipo de história, e a escrita em stream of conscious, talvez por não estar muito habituada ao estilo, pareceu-me bastante confusa.

Enfim, não foi um livro para mim mas questiono-me o que teria achado do mesmo se o tivesse lido sem o ter preso ao Jane Eyre. :/

Veredito: Se fosse emprestado pouco se perdia com isso.

1 de dezembro de 2014

Só Ler Não Basta #21.2 - Literatura e as restantes artes


Voltamos a ter como convidada a Sofia Romualdo, desta vez não como representante, digamos assim, do género steampunk mas das artes. E é sobre artes e livros que ela vai falando no blog The Curious Curator e no seu canal do Youtube, pelo que nos pareceu a melhor pessoa para falar sobre como a literatura contagia e se deixa contagiar pelas restantes artes. Tentámos abordar um pouco de tudo, cinema, artes plásticas, música... pelo que a conversa se foi esticando e, mesmo assim, mais haveria para dizer.

Como sempre, a tempo ficará disponível um índice da conversa no Youtube e não deixem de ler também as participações no grupo do Goodreads



Agora está o vídeo correto. :D

30 de novembro de 2014

Novembro 2014

Mais um mês. Este geralmente costuma ser especial, costuma ser o meu "reset" com projetos que chegam ao fim e outros que se iniciam. Pode ser só uma curiosidade, mas é uma curiosidade que nos últimos anos me levam a ver este mês com outros olhos até porque, como costumo dizer, coincidências assustam. Ou então é mesmo porque durante o mês de novembro tomo particular consciência do último ano que passou, porque acho que é inevitável ponderar-se sobre tal coisa quando se completa mais um ano de vida.

E é isto. Este mês viu o fim de projetos, entre os quais o Projecto 365, e pensou-se sobre o fim de outros enquanto se aceitam novos desafios e responsabilidades. Nos entretantos, vai-se lendo e vendo filmes e televisão. :)

Livros lidos:
  1. Vasto Mar de Sargassos de Jean Rhys - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
  2. O Sentido do Fim de Julian Barnes - Vale o dinheiro gasto
  3. Longbourn: amor e coragem de Jo Baker - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
  4. Maus de Art Spiegelman - Para ter na estante
  5. Pride, Prejudice and Curling Rocks [e-book] de Andrea Brokaw - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
  6. Stoner de John Edward Williams - Vale o dinheiro gasto
Filmes vistos:
  1. Interstellar - Vale o dinheiro gasto
Séries vistas:
  1. Jane Eyre - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
Compras:
  1. Stoner de John Edward Williams
  2. Tatiana (The Bronze Horseman, #2) de Paullina Simons
  3. Alexander (The Bronze Horseman, #2.5) de Paullina Simons
  4. Persuasion de Jane Austen
Ofertas:
  1. Maus de Art Spiegelman

Desafios:
Desafio 2014 ou Desafio Mini-pilha - li 6 e adquiri 5, pelo que o saldo é de 1 livros retirado à pilha!, mas tenho vindo a ler quase tudo o que comprei este ano e os que tenho à mais tempo na estante por ler. *\o/*
Disney Movie Challenge - 8 filmes vistos de 98. Pois... parece que este, como alguns desafios de leitura, é para a vida. :P

Artigos que me chamaram a atenção:
  • Porque há quem consiga pôr em palavras aquilo que penso bem melhor do que eu, em relação ao novo filme do franchise "Jurassic Park". Fiquei com mais vontade de rever o primeiro (que tive na última vez que o vi a oportunidade de o ver em IMAX 3D! *fangirla que nem doida) do que de ver este. É que já nem falo em como aparentemente se esqueceram de como a coisa correu mal quando resolveram armar-se em espertos no primeiro filme e "ressuscitar" espécies extintas sem terem em conta que as coisas poderiam dar para o torto, mas também é por isso que há um filme, para agora andarem de novo a "brincar" e fazerem novos dinossauros híbridos. *suspira* A sério, alguém aprende História?! E os raptors são bonzinhos?! Eu estava preparada para ver T-Rex e raptors com penas coloridas, mas bonzinhos? O_o
  • Eis um termo que já deixei de ter usar no que toca a livros. Ok, não ando para aí a declamar como gosto de romances românticos e tal aos 4 ventos, mas também já não faço por esconder.
  • Como a autora do vídeo não acho que sejam literatura, nem que tenham a presunção de o ser. Não sou a maior entusiástica de videojogos, porque dom para os jogar é coisa que não tenho, mas gosto de ver o meu irmão jogar e há jogos com histórias muito interessantes de seguir, e às vezes confusas (meu Deus o "Metal Gear" é coisa para me fazer doer a cabeça). O facto de ser mais interactivo acaba por dar uma outra dimensão a uma história, diferente da que a leitura ou uma versão em filme oferecem. São meios diferentes e julgo que em muitos casos têm-se provado complementares, em que uma mesma história ou universo, uma narrativa, pode originar diferentes formas de ser experimentada e explorada, que agrada a toda a gente gostem ou não de ler, de cinema ou de jogar.
  • E ainda sobre livros e videojogos...

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