16 de Abril de 2014

As minhas razões para reler

Não sei se já disse mas o espaço para arrumar livros é crítico. Aliás, é mais ao menos como esta imagem que encontrei no Facebook de algumas pessoas amigas...


Pois que shelves já não há e, tenho a certeza, cheguei a um ponto em que se entra mais um livro em casa alguém pode ter de ir dormir para a rua. Podem ter uma pequena ideia de como as estantes estão seguindo este link, tendo em conta que já têm alguns anos logo há mais livros. :P Tive mesmo de comprar um baú (já não tenho o puff que penso se vê num dos vídeos) para comprar os livros que já tinha lido, de modo a eu a olhar para estante e ver, logo escolher, por entre títulos que não li as minhas próximas leituras. No entanto, há livros que são mais fortes que eu e que mesmo já os tendo lido por mais de uma vez (no caso do HP 4 ou mais O_o) têm lugar cativo na estante, não porque fiquem bem (apesar de ficarem :D) mas porque posso vir a ter a súbita necessidade de os reler.

Mas porquê, foram realmente assim tão bons? Porque a necessidade de pegar neles novamente? Bem, para isso tenho de falar neles. Como disse, há 26 livros que quero reler e eles são:
  • 6 volumes do Harry Potter - não me digam que estão surpreendidos! Falta o primeiro, que emprestei (sempre a espalhar a Pottermania), e é verdade que já reli por várias vezes a série, mas está a voltar aquela saudade! NUNCA outra série me disse tanto e julgo que nunca vai haver outra;
  • trilogia O Senhor dos Anéis e O Silmarillion - opá, simplesmente tenho de o fazer! São histórias belíssimas que ainda hoje me acompanham, sobretudo a cena nas Casas de Sarar. <3 É todo um mundo que se encontra naquelas páginas, que nasce e se desvanece. É óbvio que tenho de voltar à Terra Média, e descobrir outras histórias que também ali estão;
  • segundo volume do Outlander em português e a novela gráfica The Exile - parece que a tradução é atroz, mas a série está aí à porta e além disso tenho os restantes para ler, pois fiquei no quarto volume de, até agora, 8 livros e ainda há os da série Lord John Grey. Há personagens que sinceramente não quero reencontrar, basta ter de as seguir nos restantes livros, mas há também pormenores que já se foram da minha cabeça e, sinceramente, não há outra série que me faça viajar no tempo (percebem?! xD) como esta;
  • 2 volumes de Iron Seas - acho que nunca consegui escrever nada sobre a série, e sinto que devia pois é muito boa, e tenho também o terceiro livro para ler. Acresce que o quarto anda a sair aos bocados;
  • a trilogia (original) Sevenwaters - também nunca escrevi sobre ela, pois li antes de ter o blog e numa altura em que se escrevia no ficheiro Word, há muito que ele desapareceu no meio dos meus 2 casos de fritar o disco. *sad panda* Foi uma das primeiras recomendações internéticas que li, no seguimento do meu fascínio por Harry Potter e descoberta de fóruns dedicado ao fandom, assim como julgo ter sido também o primeiro que li com protagonistas femininas fortes, autênticos role model;
  • 3 volumes da saga Téméraire - dragões! A serem usados nas Guerras Napoleónicas! Estou cansada de estar à espera que a Presença se digne a publicar os que 5 que faltam, pois saíram até agora 8, e por isso andei a juntar as versões originais ao longo destes anos. Começa a estar na hora de ler tudo, pois o próximo parece ser o derradeiro, e convém refrescar a memória;
  • Possession - nem a propósito a Célia partilhou um artigo que descasca no livro, mas já era para o ter relido o ano passado para tentar acompanhar um read-a-long mas não foi a melhor altura. Sim, concordo com os pontos do artigo da Célia, pois apesar de o adorar e me ter arrependido de ter dado a versão que inicialmente e cuja capa mostrava o quadro "Beguiling of Merlin" (quem me manda ser parva?), consigo entender os seus defeitos e o porquê de não agradar a todos. Mas quero voltar a perder-me no romance daqueles dois autores fictícios;
  • Fantasma da Ópera - adoro a história, adoro o musical ainda que seja diferente, adoro romances epistolares, adoro o Persa. Tenho de voltar a ficar de coração partido com aquele final;
  • A Corte do Ar - sabem aqueles livros em que são largados sem perceber o mundo em que entram? Foi o que aconteceu neste e sinto que não desfrutei tanto do livro, das histórias e personagens, por querer tentar entender aquele mundo. Parecia que tudo se passava rapidamente e ao tentar focar-me numa coisa, havia outra a acontecer por trás e a passar-me despercebida;
  • os volumes 3 e 4 de As Crónicas de Gelo e Fogo - parei há tempos porque os volumes seguintes ainda não tinham saído em português, depois era o Martin que nunca mais acabava de escrever... enfim, fui adiando e agora há uma, perdão... duas cenas que jamais terão o impacto tivesse eu lido pela primeira vez, antes de as ver na série. Mas tal não há-de voltar a acontecer, espero;
  • As Crónicas de Nárnia - reli 5 livros o ano passado, faltam os restantes para voltar a acabar a série.
Eis os livros que estão na calha para as releituras. Felizmente vou conseguindo resistir ao seu chamamento, mas em alguns, porque fazem partes de séries que quero mesmo ler, vou ter realmente de pegar (mais cedo ou mais tarde) sob pena de não entender os volumes que se seguem. Triste a vida de um leitor, com livros novos a saírem todos os dias (ultimamente, e felizmente, nem tanto do meu agrado porque o hype começa a enjoar e acabam por não corresponder às minhas expetativas) e já tão boas coisas publicadas, que uma pessoa nem se sabe para onde se virar.

15 de Abril de 2014

Só Ler Não Basta #15.1 - Leituras de Abril


Novo mês, nova primeira parte do SLNB, onde falamos de artigos que nos chamaram a atenção e dos livros que nos encontramos a ler. Lançamos também o tema que será discutido na segunda parte, em princípio no dia 26 de abril, e que se debruçará sobre personagens favoritas. Aquelas que, para nós, transcendem os livros em que aparecem.


Artigos interessantes:

Leituras:
Carla: Far and Away, de Sonja Massie
Diana: A Rainha no Palácio das Correntes de Ar, de Stieg Larsson 
Telma: A Marca de Kushiel, de Jacqueline Carey 


Podem dar a vossa opinião sobre o tema no nosso grupo do Goodreads. Podem encontrar um índice da conversação no Youtube, seguir-nos no Google+ e, caso prefiram ouvir em vez de assistir ao vídeo, podem seguir este tutorial para converter o vídeo em ficheiro MP3.

14 de Abril de 2014

Foi Assim Que Aconteceu (2)

Criadores: Carter Bays e Craig Thomas
Atores: Josh Radnor, Jason Segel, Cobie Smulders, Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan

Mais informação técnica no IMDb.

Temporada: última. Yep, chegou ao fim. Há por isso spoilers e rant. O texto que se segue é um rant, um desabafo. E custou tanto porque nunca pensei escrever tal coisa.

Opinião: O título deste post também podia ser "A série televisiva que me ensinou sobre relações... mas não da maneira que estão a pensar", e isto porque não foi com as personagens, muito menos com a história que aprendi algo, não. Se havia aprendido o último episódio deitou tudo abaixo ao ignorar 8/9 anos de evolução de personagens. Sim, porque eu, ao contrário do que aparentemente pensam os escritores, acredito que as pessoas evoluem, mudam, crescem. Nem sempre ao nosso gosto, é verdade, e há momentos em que os velhos hábitos voltam, mas o crescimento está lá, é impossível regressar completamente atrás. Mas foi o que aconteceu. Não devia estar surpreendida, sitcoms ou mesmo séries televisivas no geral, mais que os livros, são conhecidas por ignorarem por vezes a evolução de personagem se isso ajudar à história. Ajuda, por vezes, que uma personagem inteligente seja por momentos burra. Mas enfim, não era sobre isso que queria falar, estava a querer falar sobre como "HIMYM" me ensinou algo sobre relações.

Sim, dizia que foi a série, ou melhor a relação que tive com esta série, que mais me deu a aprender sobre relações. Peguemos em alguns pontos da Platinum Rule do Barney (eu sei que não se aplica ao caso mas a relações com alguém que vemos frequentemente) e observemos a evolução desta relação que acabou por não funcionar.

Atração (ou a primeira e segunda temporadas)
A minha relação começou como qualquer outra, já por aqui contei como estava em casa e de repente a apanhei na televisão... o primeiro episódio! Do início! Raramente coisas do género me haviam acontecido, costumo apanhar sempre as coisas a meio! Não desta vez! Devia ser o destino! Ainda por cima era sobre pessoas mais ou menos da minha idade, que estavam a passar pelas mesmas dúvidas e problemas que eu! E as personagens eram interessantes, com piada, podiam ser meus amigos! Onde tinha andado esta série toda a minha vida?!

Negociação (ou a terceira e quarta temporada)
Com o passar do tempo fui-me sentindo investida nestas personagens, mas e a mãe, onde andava a mãe? Mas lá começaram a aparecer sinais da mãe, um guarda-chuva amarelo, ela a frequentar uma aula dele. Só era pena demorar tanto tempo e nunca mais a vermos. Mas yeah, I thought it would be ok.

Submissão (ou a quinta temporada)
OMD! As personagens a crescer, as piadas recorrentes que me faziam sentir parte da série... Como é que podia não adorar ou como podia sequer pensar em abandonar a série?

O ponto de viragem (ou a sexta temporada)
Ok, eu estava a adorar, mas arrastava-se. E a mãe? Pouco ou nada se via dela, pelo contrário, meteram a Zoe que, como disse há tempos, foi "a mais irritante de todas as moças que passam pela vida do protagonista". Sim, é verdade que eu não gosto da atriz, não consigo explicar porquê, e devia ter prestado mais atenção. Muita gente começou a abandonar a série, eu comecei a tentar justificar a mim mesma porque é que continuava a assistir...

Purgatório (ou as últimas temporadas)
O interesse começou a esmorecer, só com um ponto ou outro de interesse, geralmente que pouco ou nada tinham que ver com o Ted.

Confrontação e o fim (ou os últimos episódios)
A mãe foi apresentada, vimos vislumbres dela que fizeram com que de certa forma também nos apaixonássemos por ela. Era a escolhida, a mulher perfeita para o Ted, ela era a mãe! Ela... ia morrer?... Ela estava morta?... A história toda era para o Ted pedir autorização aos filhos para voltar a andar com a Robin porque o casamento dela com o Barney não tinha dado certo?! O_o

Não consigo pôr por palavras a raiva que senti. O terem regredido personagens como o Barney ou a Robin foi o menos quando comparado com o facto de que a mulher que supostamente era a ideal, e meus amigos só o facto de ela ter paciência para aturar o Ted fazia dela A IDEAL (para além de santa!), acabar por ser um mero prémio de consolação! Foi como se o destino (tanto que Ted falou no destino) tivesse dito "pronto, a Robin está com o Barney, diverte-te com esta até morrer e poderes ficar com a outra, até porque queres filhos e a Robin não te os pode dar". E foi isso que mais magoou.

O romance épico não foi nada épico. De épico houve pouco ou nada. E não, não achei que o facto de ele gostar da Robin 25 anos depois fosse romântico (apesar de eu adorar histórias do género, veja-se o Persuasão), porque já tinha sido dito vezes sem conta que eram incompatíveis, foi um ponto que por diversas vezes durante a série foi debatido até à exaustão. Houve não sei quantas (a sério, perdi a conta) despedidas definitivas em termos do que o Ted sentia por ela. Foi uma coisa que supostamente morreu vezes sem conta. Voltar a trazer o mesmo à ribalta, justificar a série por causa disto foi um logro. Um logro em que podia ter embarcado se não tivesse investido 9 anos, dos quais uns 7 foram a ouvir "a Robin não é a mãe, eu e a Robin não estávamos fadados a ficar juntos, eu e a Robin nunca deu certo".

E foi isto que aprendi com a série. Não vale a pena continuar a insistir em algo que, a partir de certo momento, não dá para ver como pode voltar a ser o que era antes. Esta série era divertida, tinha piada, só eu sei o quanto mesmo na última temporada gostei de ver referências às anteriores, mas devia ter desistido quando vi que a coisa estava a demorar muito. Quando trouxeram a Zoe, quando a Vitória voltou, quando parecia que andavam a remexer no mesmo assunto que já cheirava mal de tão morto que já devia estar. Mas a esperança de que a coisa podia acabar bem, aqueles fogachos com a mãe, com o Barney a tornar-se digno de uma mulher que fosse, com a Robin a querer algo mais que uma carreira jornalística... A certa altura agarramo-nos a qualquer coisa, mas não impede que o fim chegue e que seja doloroso e me leve a questionar se o tempo e tudo o mais que investi valeu a pena.

Co-existência
Ainda está longe, mas não a coloco de lado. Neste momento não quero ter nada que ver com a série. Há finais que mesmo contrários ao que queria (caso do Harry Potter) consigo aceitar. Neste caso ainda não consigo, é muito recente.

Veredito: Durante muito tempo foi para ter na estante, mas agora não consigo pensar senão em como com tanta coisa para ver e tive de ver isto.

13 de Abril de 2014

Projecto 365 - #151-157

Esta semana deu para descansar e soube mesmo bem.

#151
#151
Eu sei que é a vida, mas não deixa de ser assustador a quantidade de funerais que tenho visto desde a minha janela.

#152
#152
Ah! Preguiçar ao sol.

#153
#153
A minha leitura desta semana. Gosto tanto! <3

#154
#154
Devido a mudanças no trabalho, que não interessam para aqui, mudei de secretária ainda que no mesmo gabinete. Agora tenho uma secretária em L e também gosto tanto! (até começar a levar com o sol nos olhos porque estou praticamente de frente para a janela :P )

#155
#155
Andam por aí uns murais bem catitas.

#156
#156
Jamie e Claire! \o/ As coisas que se encontram quando uma pessoa se põe a contar os livros por ler nas estantes do quarto... Só para saberem: 193 por ler, 26 para reler. Isto sem contar com histórias gerais e catálogos. E é só no meu quarto, há outros livros que aguardam a vez de serem lidos noutras estantes da casa...

#157
#157
A próxima leitura.

12 de Abril de 2014

True Detective

Criador: Nic Pizzolatto
Atores: Matthew McConaughey, Woody Harrelson, Michelle Monaghan

Mais informação técnica no IMDb.

Temporada: primeira. Parece que foi renovada para uma segunda e que se vai centrar noutro caso, com outras personagens.

Opinião: É complicado escrever sobre uma série que nos apanha desprevenidos, seja porque a história não era o que pensávamos e porque nunca pensámos que os atores pudessem ser assim tão bons. Estava cética, assumo, pois uma série com o Matthew McConaughey, que geralmente via a fazer papéis em comédias românticas, e com o Woody Harrelson, que conhecia de comédias que costumo achar algo disparatadas, não era coisa que me chamasse a atenção; mas a Telma e um colega de trabalho insistiram e por isso lhes estou grata. Esta é das melhores séries policiais que vi nos últimos tempos, o que é dizer muito depois de ter adorado coisas como "Wallander" e "Forbrydelsen" (o "The Killing" original, proveniente da Dinamarca e cuja 3ª temporada me encontro a ver e a gostar bastante, como não poderia deixar de ser).

Para começar, a química entre os dois atores principais é notável. Depois, o que cada um dos dois confere à personagem que interpreta também é digno de nota, nomeadamente McConaughey como Rust Cohle. As personagens, mesmo a de Michelle Monaghan que aparece pouco mas com força, são tridimensionais, moralmente cinzentas e com ações que, apesar de condenáveis, nem por isso sou capaz de dizer que, perante a mesma situação, atuaria de modo diferente. É por isso interessante seguir a sua jornada através dos vários anos, já que a história começa a meio ou muito perto do seu desenlace.

Quase 20 anos depois de um primeiro caso em que Cohle e Marty foram chamados a resolver, vêem-se interrogados sobre a resolução do mesmo, parecendo que um serial killer está de volta ao ativo. Deste modo, através do inquérito a que ambos vão sendo submetidos, temos a possibilidade de ver a relação destes cimentar e azedar, percebendo o que os trouxe até ao momento presente e o que os move agora. Cohle parece um homem quebrado, que olhou para o abismo e que viu o abismo a olhar de volta. Marty, que se intitulava homem de família, parece que agora não a tem...

E sinto que perdi o raciocínio... A sério, já vos aconteceu querer falar sobre um monte de coisas e não conseguirem? Como a complexidade das personagens e como seguem um caminho, não para uma redenção ou salvação que não me parece possível, mas para uma aceitação de como são, do que os move e lhes dá força para viver. Cohle, que viu a sua filha morrer e que o terá atirado para uma espécie de depressão, parece incapaz de sair do lugar sombrio em que vivia para no final achar "que a luz está a ganhar", para ver uma luz no que o rodeia, em amigos (como Marty) que o acompanham. Marty parece perceber o quanto realmente precisa da família, quando antes talvez julgasse que o contrário é que era verdade. E sinto que não estou a conseguir fazer justiça ao caminho que estas personagens percorrem! *atira mãos ao ar* Talvez se falar antes da história...

A história em si também vai apresentando diferentes níveis e camadas, diferentes géneros. Se o título faz alusão a uma série policial, rapidamente vemos elementos que parecem sobrenaturais a aparecer, correntes filosóficas como o nihilismo, teorias sobre o espaço-tempo, simbolismos... Só os monólogos de Cohle parecem dar um enxerto de porrada, deixando uma pessoa extenuada e mesmo confusa, ponderando sobre o sentido da vida. A história vai-se desenrolando algo que lentamente, há um build-up tal que a certa altura sabemos que dali não pode vir nada de bom. Espera-se um grande BANG! e chegado o momento parece que a montanha pare um rato. Encontramo-nos de repente a meio do último episódio e a pensar "foi  isto?!" E então Cohle e Marty conversam e realmente percebemos que é assim, nem sempre se consegue todas as respostas, nem sempre há um grande bang!, nem sempre todos os "maus" são apanhados, só podemos fazer a nossa parte por muito pequena que seja.

Se o final parece que soube a pouco depois daquele build-up sobrenatural? Sim, mas nem por isso deixa de ser bom e, sobretudo, realista. Talvez o espectador, como Cohle e penso que como qualquer ser humano, tenha sido apanhado por teorias da conspiração, ligando sinais e coisas que não tinham nada haver com o assunto, ou não tinham o peso, a importância, que colocámos nelas, porque queremos que haja algum sentido que só nós vemos para justificar algo que pode, simplesmente, não ter explicação.

E mais uma vez sinto que me perdi no raciocínio. Um mês depois e a única coisa que posso dizer sem parecer tontinha é "opá vejam!" 

Veredito: Para ter na estante. Há coisas sobre as quais não dá para falar de forma coerente, há coisas sobre as quais não consigo  falar de forma coerente. Esta é uma dessas coisas. Vejam e avaliem por vocês mesmos.

10 de Abril de 2014

Booking Through Thursday: Reduções de preço

A pergunta desta semana é...
Does the price of a book affect your decision about buying it? Do you wait for cheaper editions of books you want?
De momento posso dizer que o preço de um livro não afeta a minha decisão em comprar ou não, apesar de, claro está, preferir encontrar os livros a preços baixos. No entanto, agora sou capaz de pensar mais em "vou lê-lo já-já? Ou só o vou comprar para juntar aos outros livros por ler na estante e ganhar pó? Preciso mesmo de o comprar? Não será melhor pedir emprestado ou esperar um pouco a ver se a curiosidade continua?" Mas livros há que compro assim que saiam, não importa o preço, porque é de um autor preferido e sei que o vou ler logo de seguida, pelo que (raramente) dou o dinheiro por mal empregue.

Basicamente, compro menos mas são compras pensadas e de qualidade (em termos subjectivos está claro, ao meu gosto) pelo que não tendo a olhar ao preço.

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